ATRASO NO PAGAMENTO PODE GERAR NOVA PARALISAÇÃO DOS RODOVIÁRIOS

A Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Petrópolis recebeu na manhã de hoje, sexta-feira, 29 de janeiro, mais uma denúncia a respeito do atraso no pagamento dos vales, referentes à parcela de 40% (quarenta por cento) do salário dos trabalhadores internos, ou seja, dos funcionários da manutenção, que fazem parte do corpo de trabalhadores das empresas Petro Ita e Cascatinha.

De acordo com a Convenção Coletiva de 2019, que tinha vigência até março de 2020 e que foi prorrogada por meio de um Termo Aditivo da Convenção Coletiva, por conta do estado de pandemia, e que está em vigência até 28 de fevereiro de 2021, o repasse do vale para os trabalhadores rodoviários deve ser feito mensalmente até o dia 25 de cada mês.

Fato é que as empresas, em especial nesse momento, a Petro Ita e Cascatinha, costumeiramente descumprem os prazos estabelecidos e acordados e deixam seus trabalhadores a mercê de uma espera sem fim e sem data firmada.

Diante do novo episódio de atraso do repasse do vale a Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Petrópolisestá seguindo nesse momento para a sede da Petro Ita e Cascatinha, que fica localizada à Rua Coronel Veiga, 1157 – Centro, munidos de um ofício solicitando respostas claras e objetivas.

No texto escrito pela equipe do Sindicato, a instituição, que preza pelo respeito aos direitos dos trabalhadores, estabelece que caso não haja uma resposta plausível com informações que deem conta do pagamento do vale dos funcionários, até às 15h de hoje, serão iniciadas as articulações e tratativas necessárias para a realização de uma paralisação dos trabalhadores rodoviários das empresas em questão.

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Petrópolisainda ressalta que entende e respeita todos os cidadãos petropolitanos que fazem uso do sistema de transporte público do município, mas ressalta que o descumprimento constante por parte das empresas, para com os trabalhadores, torna-se cada dia mais insustentável e que apenas com a iminência de uma paralisação as empresas solucionam as demandas em aberto.

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