sáb. set 18th, 2021

Aluguel Social é tema de audiência pública na Câmara

A Câmara Municipal realizou audiência pública na noite da última sexta-feira (03) para tratar da questão do aluguel social no município. A reunião foi convocada para tratar dos casos das famílias que precisam, porém ainda não recebem o benefício e também dos casos das famílias que já receberam unidades habitacionais, mas que estão em condições precárias.
A reunião foi conduzida pelo vereador Gil Magno (DC) e também participaram: Gil Kempers, Secretário de Defesa Civil, Pedro Alcântara, diretor de habitação da Secretaria de Obras, Carla de Carvalho e Flávia Valadares, representantes do Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH), Marcos Sagati e Mariana Fantana, da Associação dos Moradores do Aluguel Social.
Um dos temas que ganhou destaque na audiência foram os problemas encontrados pelos moradores do condomínio Vicenzo Rivetti desde a entrega dos imóveis. O condomínio, construído por meio do programa Minha Casa Minha Vida, tem recebido várias queixas como vazamentos, infiltrações, problemas elétricos, mofos e rachaduras. Para o vereador Gil Magno, esses encontros são importantes, pois é possível dar nomes e rostos às pessoas que estão com problemas. “Com essa audiência, conseguimos mostrar ao poder público quem está com dificuldades e mostrar aos moradores que estamos juntos em busca de uma solução”, destacou o vereador.
Carla de Carvalho, do CDDH, lembrou que, por padrão, as entregas das chaves destes apartamentos são feitas após uma vistoria do morador acompanhada por um técnico, o que não aconteceu nesse caso. “Esse processo foi negligenciado no Vicenzo Rivetti e é por isso que temos tantos transtornos hoje em dia”, explicou.
O vereador encerrou a reunião afirmando que a Câmara, a Prefeitura, em especial a Secretaria de Obras, Defesa Civil e Assistência Social, e movimentos populares irão solicitar à Caixa Econômica Federal e à empresa Águas do Imperador uma visita técnica a ser realizada em conjunto. “Faremos o necessário para termos respostas. As principais perguntas que queremos responder são: quando o restante das unidades será entregue e como os problemas já detectados podem ser resolvidos?”, pontuou Gil.

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