qua. dez 8th, 2021

Prefeitura e CBV alinham parceria para o fomento do vôlei no município

O secretário de Esportes, Promoção da Saúde, Juventude, Idoso e Lazer (SEPJIL), Leandro Kronemberger, esteve reunido com o vice-presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Radamés Lattari, buscando trazer projetos que ajudem o fomento da modalidade em Petrópolis. O encontro, realizado na manhã desta quarta-feira (29/9), teve como objetivo principal debater o retorno do Viva Vôlei – programa mantido pela CBV – para o município.
A ideia inicial é que sejam instalados dois núcleos do projeto: um no Centro de Iniciação ao Esporte, no Caxambu, e outro na Escola Municipal Fábrica do Saber, na Estrada da Saudade. O Viva Vôlei é um programa de iniciação ao voleibol cuja diretriz é educar e socializar meninos e meninas de sete a 14 anos através do esporte. Petrópolis já contou com um núcleo do programa em 2014.
“Através do esporte, podemos mudar a realidade de muitas crianças e adolescentes do nosso município. O vôlei é um esporte que vem crescendo e tem um grande apelo entre os mais jovens. Além disso, ter como parceiro a CBV é um grande motivo de orgulho para todos nós”, disse Berg, lembrando ainda que o prefeito Hingo Hammes recebeu, em março desse ano, o ex-jogador Marcelinho Elgarten, que deu início a intermediação para a vinda do programa para Petrópolis.
Existe ainda uma outra proposta, que seria o “Seleção do Viva Vôlei”, que aconteceria através da Lei de Incentivo ao Esporte. Outras possibilidades também foram discutidas para Petrópolis. O coordenador do Viva Vôlei, Marco Aurélio Gonçalves, destacou o interesse do município em receber o programa.
“Juntos podemos trabalhar no fomento da modalidade. Petrópolis é uma cidade importante no cenário estadual e esse interesse da prefeitura no Viva Vôlei facilita bastante as coisas. A gente espera que essa parceria seja longa e que traga reflexos positivos para a cidade como um todo”, disse Marco Aurélio.
O Viva Vôlei está presente em todas as regiões do Brasil. Atualmente, são mais de 70 núcleos em atividade, atendendo à cerca de vinte e cinco mil crianças e adolescentes de comunidades carentes em 17 estados brasileiros, gerando cerca de trezentos e cinquenta empregos diretos e indiretos.
“O esporte é uma ferramenta de transformação social e de promoção da saúde. Trabalhos assim incentivam a retirada de crianças e jovens das ruas e como consequência traz a descoberta de novos atletas. Para o nosso município, será ótimo”, concluiu Berg.

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