Presidente da Unimed Petrópolis faz alerta sobre a variante Ômicron e seus impactos

Com o objetivo de manter os beneficiários da Unimed Petrópolis e toda a população petropolitana bem informados, o presidente da Unimed Petrópolis, Dr. Rafael Gomes de Castro, falou nesta quinta-feira (20) sobre o cenário atual da Pandemia da Covid-19 e do impacto da variante Ômicron nas unidades hospitalares dos sistemas público e privado de saúde.
Embora a Ômicron cause sintomas menos graves quando comparada com as variantes P1 e Delta, Dr. Rafael alerta para a situação epidemiológica do Nordeste e Rio de Janeiro, que vêm registrando aumento expressivo no número de internações hospitalares pela nova variante.
O presidente da Unimed Petrópolis chama atenção, ainda, para o afastamento de profissionais por motivo de testagem, o que tem ocorrido no Hospital Unimed e em outras unidades. Dr. Rafael explica que, em caso de resultado negativo, eles voltam às atividades normalmente, sobretudo, aqueles que atuam na assistência do hospital. Mas há também aqueles que testam positivo para a doença. Sobre isso, ele faz um esclarecimento importante.
“Não é que esteja tendo transmissão hospitalar entre equipe, mas todos nós, colaboradores da saúde, somos seres humanos normais. Infelizmente, por um certo grau de relaxamento das medidas protetivas, não necessariamente das pessoas que estão sendo infectadas, mas de todos aqueles que estão no entorno, no convívio familiar e social, acaba ocorrendo a contaminação”, destaca Dr. Rafael.

Risco de falta de testes RT-PCR
Ainda no vídeo em que gravou nesta quinta-feira, o presidente da Unimed Petrópolis reforçou que, apesar das dificuldades na indústria e importação, o Laboratório de Corrêas, parceiro do Hospital Unimed, se estruturou para garantir o estoque de recursos desde o início da pandemia. Tal medida permitiu que, até o momento, não faltassem testes RT-PCR para a unidade. No entanto, há risco de falta desse item.
“O Laboratório de Corrêas atende, praticamente, todo o município com os testes de Covid-19, tanto no serviço público quanto no privado. Então, nós fomos notificados que esse recurso talvez acabasse no dia 18, mas com o trabalho deles e com a liberação de importação parcial, esses insumos estão garantidos até amanhã, dia 21. Porém, pode ser que a gente tenha dificuldade enfrentada em relação ao RT-PCR, o exame que é padrão ouro de diagnóstico efetivo. Esses testes, então, poderão ser resguardados para os pacientes internados com casos graves”, explica.

Teste rápido
Na quarta-feira (19), o teste rápido de antígenos para detecção de Covid foi incluído no rol de coberturas obrigatórias dos planos de saúde. Sobre isso, Dr. Rafael esclarece algumas dúvidas.
“A Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, já organizou a forma como a gente vai poder adquirir e tramitar esse teste dentro dos laboratórios e esse teste vai nos ajudar. Mas precisamos ter uma determinada atenção: o paciente sintomático agudo poderá ser testado de acordo com a avaliação médica, mas ainda assim, ter um resultado negativo, o que chamamos de ‘falso negativo.’ Então, se o paciente tiver uma sintomatologia muito exuberante, somente o médico será o profissional capaz de detectar e definir se essa pessoa deve ficar afastada ou deve ser encaminhada para fazer um teste RT-PCR”.
Por fim, Dr. Rafael Gomes de Castro faz um apelo a todos os empresários para que sejam compreensivos com relação ao afastamento inicial de seus funcionários que aguardam resultado do teste de detecção para a Covid-19, a fim de evitar que as emergências das redes pública e privada fiquem sobrecarregadas.
“O Sistema de Saúde, neste momento, está muito congestionado na sua porta de entrada. Naturalmente, está gerando uma fila de espera para atendimento muito acima do habitual”, finaliza.

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