Dia Nacional da Mamografia: Médica do CTO destaca importância do exame que rastreia o câncer de mama precocemente elevando chances de cura para mais de 95%

Ingrid Moura explica que mulheres com idades entre 40 e 74 anos devem fazer a mamografia anualmente
Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que em 2021 foram diagnosticados mais de 66 mil novos casos de câncer de mama no Brasil. A doença é responsável por quase 30% da mortalidade no país. Os óbitos geralmente estão associados à descoberta da lesão já em estágios avançados, o que reduz a chances de cura.
Neste sábado (5) é lembrado o Dia Nacional da Mamografia, considerado o principal exame de rastreio do câncer de mama. Oncologista do Centro de Terapia Oncológica (CTO), Ingrid Moura destaca que as chances de cura desse tipo de câncer quando descoberto precocemente é acima de 95%.
“É importantíssimo que as mulheres tenham essa consciência da importância do rastreio precoce do câncer de mama, que elevam as chances de cura e influenciam na qualidade de vida da paciente”, afirma Ingrid.
A oncologista explica que a mamografia é um exame radiológico que deve ser feito anualmente em mulheres com idades entre 40 e 74 anos. De acordo com Ingrid, o exame não gera dor nas pacientes. “Pode gerar um pouco de desconforto, mas é tolerável”, diz.
Quando alguma lesão suspeita é vista na mamografia, a mulher é indicada para a biópsia e confirmando o câncer, ela é encaminhada para a cirurgia. A partir das características da lesão é que se parte para tratamentos posteriores que dependem do tipo de câncer, como radioterapia e quimioterapia.
Ingrid reforça ainda que o autoexame não substitui a mamografia. “Ele faz parte do autoconhecimento da paciente e toda mulher deve conhecer seu corpo. Claro que se a mulher identificar alguma alteração na mama deve procurar um mastologista ou ginecologista, mas é importante ter a consciência de que quando a lesão é apalpada ela já não é mais precoce, ela já está mais avançada. Claro que ainda tem chance de cura, mas é um pouco menor em relação a lesão microscópica que só é detectada pela mamografia”, conclui a médica.

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