CASCATINHA E PETROITA CONTINUAM DESCUMPRINDO LEIS TRABALHISTAS

Enquanto reunião mediada pelo Ministério do Trabalho e Previdência solicitada pelo Sind. Rodoviários não é agendada, diretoria continua enviando ofícios e pedindo esclarecimentos

Já não é de hoje que os trabalhadores rodoviários que atuam nas empresas Cascatinha Transporte Coletivo de Passageiros Ltda. e Petroita Transporte Coletivo de Passageiros Ltda. vem sofrendo com atrasos contínuos no pagamento do adiantamento do salário, ou seja, o vale, o salário propriamente dito, o repasse do valor referente a cesta básica e as férias.

Motivados por incontáveis denúncias e reclamações por parte dos trabalhadores que atuam nas duas empresas, o Setor Jurídico do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Petrópolis solicitou a mediação do Ministério da Economia, para a realização de uma reunião entre as empresas em questão e a diretoria do sindicato com o intuito de tratar o descumprimento da legislação trabalhista.

“Por meses tentamos resolver a questão por meio de negociações entre o sindicato e as empresas, mas já percebemos que isso é inviável. A solicitação feita pelo Sindicato dos Rodoviários está tramitando no Ministério do Trabalho e Previdência sob o número SM000625/2022, desde a sexta-feira, 11 de fevereiro deste ano, e até o momento não recebemos nenhuma resposta ou agendamento oficial”, pontuou Edson de Oliveira, presidente do Sindicato.

Sem o agendamento da reunião com a mediação do Ministério da Economia e continuando a receber denúncias de problemas, na manhã de hoje, quinta-feira, 24 de março, membros da Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Petrópolis, entregaram mais um oficio, aos cuidados do empresário Isidro Ricardo Rocha, responsável pelas empresas Cascatinha e Petroita solicitando esclarecimentos sobre denúncias recebidas na sede do Sindicato nos últimos dias.

“Fomos informados, por meio de denúncias anônimas, que mais uma vez há atraso no pagamento do adiantamento salarial, que deveria ter sido realizado por deposito bancário, até a última segunda-feira, 21 de março. Também recebemos reclamações de atraso no repassa do valor referente a cesta básica, que hoje é de apenas R$380,00 e não suficiente, nos informaram que as empresas continuam efetuando o pagamento das férias de forma ilegal, ou seja, descumprindo o artigo da CLT que diz que o pagamento da remuneração das férias precisa ser efetuado até 02 dias antes do início do período das mesmas”, ressaltou o presidente do Sindicato.

No oficio entregue na sede das empresas, à Rua Coronel Veiga, 1155, Centro, o sindicato pede resposta imediata sobre as denúncias e prazo para a regularização dos repasses em aberto.

ED 531-CLIQUE AQUI

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