Foto: Ascom PMP

Escolas começam a construir seus próprios mapas de perigo e rotas de fuga

A Prefeitura deu início, nesta segunda-feira (19), ao programa Escola Resiliente. Serão 22 escolas municipais participando. Pelos próximos 2 meses, os próprios estudantes, professores e funcionários das escolas participantes vão construir: o mapa de perigo da escola; o sistema de alerta e alarme da unidade; as rotas de fuga; e os exercícios simulados para facilitar a evacuação das salas de aula em uma situação de emergência.
A iniciativa da Prefeitura busca fomentar a cultura da prevenção de desastres nas escolas de Petrópolis. Para que o cidadão petropolitano pense, desde cedo, sobre prevenção, preparação e respostas aos desastres das chuvas.
“Incluímos, em 2014, a Defesa Civil no currículo escolar da rede municipal. Hoje, o programa Escola Resiliente é uma decorrência do que construímos lá atrás. E isso tudo é um processo. Para que poder público e sociedade mudem a forma de pensar as chuvas, a resiliência, o papel de cada um na nossa segurança com relação às fortes chuvas que são comuns em Petrópolis”, disse o prefeito Rubens Bomtempo.
Uma equipe da Secretaria de Defesa Civil vai, a cada turno, a uma das 22 escolas participantes. Lá, é feita uma apresentação do programa Escola Resiliente. Depois, é criado o Comitê de Segurança Escolar, composto por estudantes, professores e funcionários. Desse comitê, saem 3 brigadas escolares. Cada uma com micromissões voltadas para as missões, respectivamente, de prevenir, preparar e responder a desastres.
“Vamos fazer essa capacitação até o dia 4 de outubro. Serão 2 escolas por dia. Nessa primeira visita à unidade, entregamos um cronograma, dando as diretrizes e os modelos de como as brigadas escolares farão as tarefas. Durante todo o processo, os participantes poderão tirar dúvidas com as nossas equipes via WhatsApp”, disse o secretário de Defesa Civil, Gil Kempers.
A primeira escola a receber o programa foi a Escola Municipal Clemente Fernandes, da 24 de Maio (mas que hoje está funcionando na Casa de Educação Visconde de Mauá). Cerca de 30 pessoas, entre estudantes, professores e funcionários participaram nesta segunda-feira (19).
“Em novembro, cada escola fará uma apresentação do que foi construído. Além disso, elas promoverão um simulado de desocupação”, disse a secretária de Educação, Adriana de Paula.

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