{"id":44326,"date":"2025-02-14T15:32:51","date_gmt":"2025-02-14T18:32:51","guid":{"rendered":"http:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/?p=44326"},"modified":"2025-02-14T15:33:04","modified_gmt":"2025-02-14T18:33:04","slug":"escola-galpao-oferece-curso-gratuito-de-azulejaria-no-vale-do-cuiaba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/2025\/02\/14\/escola-galpao-oferece-curso-gratuito-de-azulejaria-no-vale-do-cuiaba\/","title":{"rendered":"Escola Galp\u00e3o oferece curso gratuito de azulejaria no Vale do Cuiab\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Projeto \u00e9 idealizado pela educadora Nietta Monte e coordenado pelo artista Carlos Feij\u00f3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Esta\u00e7\u00e3o Jaqueira, localizada no Vale do Cuiab\u00e1, em Petr\u00f3polis, vem se consolidando como um importante polo de cultura, promovendo acesso gratuito a diversas atividades ao longo do ano. Um dos seus projetos de maior impacto \u00e9 a Escola Galp\u00e3o, iniciativa voltada \u00e0 forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica de jovens e adultos em um ambiente imersivo, cercado pela natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as forma\u00e7\u00f5es oferecidas est\u00e1 o curso de azulejaria, atualmente ministrado pelo artista EME Martins, natural de Cachoeiro de Itapemirim e residente em Petr\u00f3polis desde 2016. Conhecido por sua s\u00e9rie &#8216;Manifesto da Forma&#8217;, EME traz uma abordagem experimental ao curso, permitindo que os alunos explorem diversas t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o e acabamento. \u201cNosso objetivo \u00e9 apresentar aos participantes diferentes formas de fabrica\u00e7\u00e3o da azulejaria autoral, desde a concep\u00e7\u00e3o das ideias at\u00e9 a finaliza\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as. J\u00e1 no primeiro dia, cada aluno consegue produzir, em m\u00e9dia, seis azulejos\u201d, explica o facilitador. Ap\u00f3s essa primeira etapa, os alunos aprendem sobre o acabamento e a esmalta\u00e7\u00e3o, adquirindo conhecimento sobre todo o ciclo produtivo da azulejaria.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio ter experi\u00eancia pr\u00e9via para participar. &#8220;O aluno chega com uma ideia ou um projeto, e j\u00e1 come\u00e7amos a trabalhar. A proposta \u00e9 que todos possam experimentar e explorar suas pr\u00f3prias possibilidades criativas&#8221;, ressalta EME. Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o dos azulejos, o curso tamb\u00e9m permite a cria\u00e7\u00e3o de pain\u00e9is fixos ou modulares, ampliando as possibilidades art\u00edsticas e decorativas das pe\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha da azulejaria na grade de cursos oferecidos pela Esta\u00e7\u00e3o Jaqueira partiu do desejo de explorar novas perspectivas dentro da tradi\u00e7\u00e3o cer\u00e2mica local. \u201cQuer\u00edamos tratar a cer\u00e2mica, que faz parte da hist\u00f3ria do munic\u00edpio, mas sob um outro olhar. Ent\u00e3o fomos por este caminho alternativo, da azulejaria, sem deixar de fortalecer a cena\u201d, explica o artista Carlos Feij\u00f3, que tamb\u00e9m coordena os cursos da Escola Galp\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia tem atra\u00eddo diversos participantes, como Tereza Raposo e Mauric\u00e9a de Oliveira. Tereza, aposentada de 65 anos e moradora do Vale do Cuiab\u00e1, frequenta a Esta\u00e7\u00e3o Jaqueira h\u00e1 mais de um ano. &#8220;Comecei participando da roda de terapia e depois do grupo de cer\u00e2mica. Agora, estou no curso de azulejaria, e a primeira aula j\u00e1 foi maravilhosa! \u00c9 um espa\u00e7o acolhedor, onde podemos aprender, criar e fazer amigos&#8221;, comenta.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Mauric\u00e9a, moradora da regi\u00e3o e aposentada ap\u00f3s 40 anos trabalhando no setor financeiro, conta que redescobriu um lado mais sens\u00edvel e criativo ao frequentar a Esta\u00e7\u00e3o Jaqueira. &#8220;Encontrei neste espa\u00e7o uma nova vers\u00e3o de mim mesma, mais tranquila e amorosa, deixando para tr\u00e1s os c\u00e1lculos. Aqui, sou muito feliz&#8221;, compartilha.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Catita Raposo, artista e participante do curso, o que mais chama aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a versatilidade da azulejaria. \u201cPara mim, o curso pode ser uma fonte de renda, uma terapia criativa ou at\u00e9 mesmo uma pr\u00e1tica de desenvolvimento pessoal. A azulejaria abre um mundo de formas, cores e utilidades\u201d, comenta.<\/p>\n\n\n\n<p>O curso de azulejaria acontece \u00e0s sextas-feiras, das 15h \u00e0s 17h, na Esta\u00e7\u00e3o Jaqueira (Estr. Min. Salgado Filho, 2781 &#8211; Vale do Cuiab\u00e1). Para obter mais informa\u00e7\u00f5es sobre este ou os demais cursos em oferecimento, os interessados podem entrar em contato diretamente pelo WhatsApp: (21) 97205-2041<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mostra \u201cAteli\u00ea Arte Lavrinha\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Esta\u00e7\u00e3o Jaqueira abriga tamb\u00e9m a mostra \u201cAteli\u00ea Arte Lavrinha\u201d, que apresenta a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica de pessoas com defici\u00eancia (PCDs) integrantes do ateli\u00ea hom\u00f4nimo, localizado na Serra da Mantiqueira mineira. Os artistas participantes \u2014 Francisco Laurentino da Cunha (Catita), Ivanir de Carvalho Silva, Maria Aparecida da Silva (Cida), Rosineia da Silva e Luciano Amaral Capistrano \u2014 apresentam obras que traduzem hist\u00f3rias, experi\u00eancias e perspectivas diversas, propondo reflex\u00f5es sobre acessibilidade e inclus\u00e3o nas artes visuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Inaugurada em outubro de 2024, a exposi\u00e7\u00e3o segue em cartaz at\u00e9 25 de maio e oferece uma programa\u00e7\u00e3o interativa gratuita, realizada aos s\u00e1bados, aberta a visitantes de todas as idades. A mostra \u00e9 resultado de uma parceria entre a Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural (RPPN) Ave Lavrinha e a Esta\u00e7\u00e3o Jaqueira, com curadoria de Nietta Monte, Carlos Feij\u00f3 e Deni Cl\u00e1udio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto \u00e9 idealizado pela educadora Nietta Monte e coordenado pelo artista Carlos Feij\u00f3 A Esta\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":44327,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"spay_email":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":""},"categories":[1,24],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/jornaldeitaipava.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-14-at-11.23.49.jpeg?fit=1600%2C900&ssl=1","jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44326"}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44326"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44326\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44328,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44326\/revisions\/44328"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44327"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44326"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44326"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44326"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}