{"id":45015,"date":"2025-03-31T12:51:20","date_gmt":"2025-03-31T15:51:20","guid":{"rendered":"http:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/?p=45015"},"modified":"2025-04-01T12:03:11","modified_gmt":"2025-04-01T15:03:11","slug":"breno-morais-o-produtor-por-tras-do-musico-que-leva-petropolis-para-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/2025\/03\/31\/breno-morais-o-produtor-por-tras-do-musico-que-leva-petropolis-para-o-mundo\/","title":{"rendered":"Breno Morais: o Produtor por tr\u00e1s do M\u00fasico que leva Petr\u00f3polis para o mundo"},"content":{"rendered":"\n<p>Conhecido por sua maestria no saxofone e na flauta, o petropolitano Breno Morais conquistou reconhecimento internacional ao longo de seus 33 anos de carreira. Um talento que atravessa fronteiras e incorpora uma diversidade musical que passeia por diversos estilos musicais: do chorinho ao eletr\u00f4nico, do jazz ao pop. No entanto, para muito al\u00e9m do palco, Breno se destaca tamb\u00e9m como produtor, sendo o c\u00e9rebro por tr\u00e1s de importantes eventos musicais e culturais, refor\u00e7ando ainda mais sua influ\u00eancia na cena musical brasileira e internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Seja organizando festivais, na curadoria de projetos art\u00edsticos ou gerenciando a produ\u00e7\u00e3o de shows, h\u00e1 anos, Breno atua nos bastidores de grandes eventos, consolidando sua expertise como produtor, uma das faces do m\u00fasico que \u00e9 pouco conhecida pelo p\u00fablico. Ele est\u00e1 \u00e0 frente do Carnaval do Taru\u00edra, um dos eventos mais tradicionais de Itaipava, al\u00e9m de assinar a curadoria musical do projeto &#8220;Arte para Adiar o Fim do Mundo&#8221;, que busca dar visibilidade a artistas petropolitanos e fomentar a cultura local.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas sua atua\u00e7\u00e3o vai muito al\u00e9m da regi\u00e3o: ele tamb\u00e9m esteve na produ\u00e7\u00e3o de eventos renomados, como tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es da Ilha de Caras, o lounge da Coca-Cola na Copa do Mundo, o lounge Roland-Garros no Rio de Janeiro, festas exclusivas como a da Reward Style em Dallas, no Texas, e a Tribu em Miami, nos Estados Unidos, al\u00e9m da curadoria musical do quiosque Riba, na praia do Leblon e do quiosque Vaibe, na Barra da Tijuca, al\u00e9m do projeto Soul Lounge Sofitel. Tamb\u00e9m assinou a produ\u00e7\u00e3o musical do coquetel de abertura de quatro novelas da TV Globo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Carnaval do Taru\u00edra: 13 anos de tradi\u00e7\u00e3o e celebra\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dentre seus projetos mais emblem\u00e1ticos e mais recentes em Petr\u00f3polis, est\u00e1 o Carnaval do Taru\u00edra, evento que, ao longo de 13 edi\u00e7\u00f5es, se transformou em um dos maiores e mais aguardados da regi\u00e3o serrana do Rio. Realizado na Pra\u00e7a do Sol, no cora\u00e7\u00e3o do Shopping Vilarejo, o bailinho \u00e9 uma explos\u00e3o de ritmos que atrai milhares de foli\u00f5es a cada ano. Neste ano de 2025, a festa reuniu cerca de 15 mil pessoas em quatro dias de celebra\u00e7\u00e3o, consolidando-se como uma das principais manifesta\u00e7\u00f5es culturais de Petr\u00f3polis.<\/p>\n\n\n\n<p>Com um conceito que mistura refer\u00eancias cinematogr\u00e1ficas e elementos culturais, o evento proporciona uma experi\u00eancia inclusiva, onde todas as gera\u00e7\u00f5es podem se divertir com seguran\u00e7a e conforto. &#8220;O Carnaval do Taru\u00edra \u00e9 uma das minhas realiza\u00e7\u00f5es como produtor e m\u00fasico. \u00c9 um projeto que me dedico para crescer ainda mais a cada ano. Neste ano, em especial, tivemos no palco do Taru\u00edra um encontro de gera\u00e7\u00f5es. Tivemos a participa\u00e7\u00e3o do Nilton Hutter, m\u00fasico petropolitano de 90 anos tocando com a gente, Carlinhos Watkins com 75 anos, dividindo o palco com m\u00fasicos mais novos, como o Caio Storni que tem 27 e a Maria Swenson e Jo\u00e3o Victor, com 22 anos. Todos esses tr\u00eas mais novos, assistiam o Taru\u00edra pequenininhos, participaram dos nossos eventos como plateia e agora, est\u00e3o no nosso palco. A cada ano a gente faz hist\u00f3ria!&#8221;, relembra Breno.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Arte para Adiar o Fim do Mundo: cultura como ferramenta de reflex\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Paralelamente ao sucesso do Carnaval do Taru\u00edra, Breno Morais tamb\u00e9m desempenha um papel essencial como curador musical do projeto &#8220;Arte para Adiar o Fim do Mundo&#8221;, realizado na livraria Nobel Petr\u00f3polis. O projeto surge como uma resposta cultural \u00e0 maior trag\u00e9dia socioambiental j\u00e1 vivida por Petr\u00f3polis. Em 2022, a cidade foi devastada por chuvas torrenciais, e a imagem da Livraria Nobel, a maior de Petr\u00f3polis, com mais de 14.000 livros destru\u00eddos na cal\u00e7ada, se espalhou pelo mundo, simbolizando n\u00e3o s\u00f3 a dor da comunidade, mas tamb\u00e9m a fragilidade do setor cultural diante de adversidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse cen\u00e1rio inspirou a cria\u00e7\u00e3o da webs\u00e9rie documental \u201cArte para Adiar o Fim do Mundo&#8221;, uma iniciativa que busca transformar a perda, em uma plataforma de reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o, unindo arte, cultura e sociedade em um formato audiovisual. Como a curadoria musical do projeto, Breno Morais conseguiu uma forma de unir arte e a\u00e7\u00e3o social, em um formato audiovisual que busca levar a arte para um novo p\u00fablico. &#8220;O Breno compreendeu exatamente a proposta do projeto e trouxe artistas que, al\u00e9m de extremamente talentosos, dialogavam perfeitamente com os objetivos da a\u00e7\u00e3o. Ele conseguiu agregar muita diversidade de estilos musicais em perfis art\u00edsticos diferenciados, equilibrando muito bem a vanguarda art\u00edstica e o tradicional, dando um molho de brasilidade e eleg\u00e2ncia, caracter\u00edsticas j\u00e1 presentes no seu trabalho musical&#8221;, afirma Felipe Hutter, diretor do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p>A s\u00e9rie, composta por quatro epis\u00f3dios, \u00e9 uma homenagem \u00e0 resist\u00eancia cultural da cidade, \u00e0 literatura e ao poder da arte como for\u00e7a de renova\u00e7\u00e3o. O projeto se inspira na s\u00e9rie mundialmente reconhecida \u201cTiny Desk Concerts\u201d e no livro \u201cIdeias para Adiar o Fim do Mundo\u201d, de Ailton Krenak, e tem como objetivo promover uma nova forma de engajamento cultural, atraindo um p\u00fablico mais amplo para a livraria e incentivando a leitura.<\/p>\n\n\n\n<p>O mundo de Breno Morais: de Petr\u00f3polis para o resto do globo<\/p>\n\n\n\n<p>Nascido e criado em Petr\u00f3polis, Breno Morais carrega a cidade como inspira\u00e7\u00e3o para sua carreira. Seu primeiro contato com a m\u00fasica foi no Coral dos Canarinhos, mas foi sua paix\u00e3o pelo saxofone e pela flauta que o levou a palcos internacionais. Atrav\u00e9s do Live Sax, projeto solo mais reconhecido do m\u00fasico e que chegou a 13 pa\u00edses, ele conquistou uma abrang\u00eancia internacional, levando sua sonoridade para diferentes partes do mundo, consolidando-se como um artista multifacetado.<\/p>\n\n\n\n<p>Com sua atua\u00e7\u00e3o como produtor, Breno Morais segue ampliando sua contribui\u00e7\u00e3o para a cultura e a m\u00fasica. Seja no palco ou nos bastidores, sua miss\u00e3o continua sendo levar a m\u00fasica de Petr\u00f3polis para o mundo, garantindo que a cidade esteja sempre representada nos grandes eventos culturais e musicais do Brasil e do exterior.<\/p>\n\n\n\n<p>A agenda de shows do m\u00eas de abril \u00e9 um retrato da intensa rotina anual de Breno Morais, com apresenta\u00e7\u00f5es em diversas cidades do Brasil. Ser\u00e3o cinco dias em Petr\u00f3polis, dois no Rio de Janeiro, al\u00e9m de passagens por Carneiros (PE), Balne\u00e1rio Cambori\u00fa (SC), S\u00e3o Paulo (SP) e Areal (RJ). Al\u00e9m disso, ele encerra o m\u00eas no Web Summit Rio, refor\u00e7ando sua presen\u00e7a em eventos de grande proje\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhecido por sua maestria no saxofone e na flauta, o petropolitano Breno Morais conquistou reconhecimento<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":45016,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"spay_email":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":""},"categories":[1],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/jornaldeitaipava.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-31-at-11.29.41.jpeg?fit=1600%2C1066&ssl=1","jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45015"}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45015"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45015\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":45017,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45015\/revisions\/45017"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45016"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45015"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45015"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45015"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}