{"id":53570,"date":"2026-08-17T12:14:31","date_gmt":"2026-08-17T15:14:31","guid":{"rendered":"http:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/?p=53570"},"modified":"2026-08-17T12:14:44","modified_gmt":"2026-08-17T15:14:44","slug":"feira-cores-e-sabores-completa-4-anos-de-retomada-no-vale-das-videiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/2026\/08\/17\/feira-cores-e-sabores-completa-4-anos-de-retomada-no-vale-das-videiras\/","title":{"rendered":"Feira Cores e Sabores completa 4 anos de retomada no Vale das Videiras"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o comemorativa acontece no dia 22 de agosto, com bolo ao meio-dia, show de Bruno Coutinho e surpresas para o p\u00fablico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Feira Cores e Sabores completa, no dia 22 de agosto (s\u00e1bado), quatro anos de retomada ininterrupta no Vale das Videiras, em Petr\u00f3polis (RJ). A data ser\u00e1 marcada com uma edi\u00e7\u00e3o comemorativa, das 10h \u00e0s 15h, com entrada gratuita.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia da feira nasceu em 2016, dentro da Associa\u00e7\u00e3o de Amigos do Vale das Videiras (AMAVALE), mas foi interrompida durante a pandemia. H\u00e1 quatro anos, foi retomada em ritmo semanal e n\u00e3o parou mais. Nem quando chove: nesses dias, os produtores dos Org\u00e2nicos do Brejal se instalam no Coreto do Vale para n\u00e3o deixar a clientela na m\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quatro anos de encontros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para a coordenadora da feira, Maria S\u00f4nia Pinho, a Cores e Sabores se tornou um espa\u00e7o de conviv\u00eancia entre moradores e sitiantes e, para muitos produtores, uma esp\u00e9cie de extens\u00e3o da pr\u00f3pria casa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cHoje, a feira re\u00fane 19 produtores a cada s\u00e1bado, sendo 60% fixos e 40% rotativos. Uma renova\u00e7\u00e3o intencional que garante novidade a cada edi\u00e7\u00e3o\u201d, comenta. Ao longo de sua perman\u00eancia, j\u00e1 passaram por ali mais de 150 produtores e artes\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Na edi\u00e7\u00e3o comemorativa, o p\u00fablico vai encontrar hortali\u00e7as org\u00e2nicas, frutas de quintal e temperos caseiros; acaraj\u00e9, past\u00e9is e o tradicional chope Serra Velha para degustar; geleias, biscoitos, doces tradicionais e queijos frescos para levar para casa; al\u00e9m de cer\u00e2mica, artesanato em madeira, tric\u00f4, croch\u00ea, joias em prata e cosm\u00e9ticos naturais.<\/p>\n\n\n\n<p>A festa come\u00e7a por volta do meio-dia, hor\u00e1rio nobre da feira, com bolo e parab\u00e9ns entre produtores e clientes. Tamb\u00e9m est\u00e3o previstas surpresas para os frequentadores mais ass\u00edduos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Hist\u00f3rias que sustentam a feira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c2ngela Lima, da marca Salarium Avatar, \u00e9 uma das participantes mais antigas da feira e moradora do Vale das Videiras h\u00e1 36 anos. Ervas, temperos, curas, pintura de placas e restaura\u00e7\u00e3o de m\u00f3veis em madeira fazem parte do seu of\u00edcio, mas \u00e9 nas v\u00e9speras de Ano Novo que ela bate seu pr\u00f3prio recorde de vendas, com os tradicionais ramos de ervas para banho de virada. \u201cAo longo dos anos, com a competente coordena\u00e7\u00e3o de Maria S\u00f4nia, a nossa feira se tornou refer\u00eancia na localidade como ponto de encontro e canal de transmiss\u00e3o de saberes populares, tradi\u00e7\u00f5es e mem\u00f3rias coletivas&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Renata Mansoldo come\u00e7ou a fazer acaraj\u00e9 em casa, na pandemia, para atender um pedido da filha Juliana. &#8220;Levamos dois dias fazendo, e foi a\u00ed que tudo come\u00e7ou&#8221;, conta. Depois de vender por encomenda e at\u00e9 abrir um pequeno restaurante em Bonsucesso, encontrou na Cores e Sabores o formato que fazia mais sentido para ela: &#8220;Adoro fazer a feirinha, lugar simp\u00e1tico, aconchegante, pessoas incr\u00edveis que ficam esperando eu chegar. Hoje j\u00e1 conhe\u00e7o as pessoas pelo nome, e vice-versa.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Ingrid Andrade, por sua vez, \u00e9 a empreendedora por tr\u00e1s da Maribel Arte na Mesa, marca de p\u00e3es artesanais batizada em homenagem \u00e0 filha, Maria Izabel, hoje com 12 anos e presente desde beb\u00ea na produ\u00e7\u00e3o e nas feiras da m\u00e3e. &#8220;Continuo com a mesma paix\u00e3o de quando comecei: preparar p\u00e3es feitos \u00e0 m\u00e3o, com ingredientes selecionados e aquele sabor que desperta lembran\u00e7as da inf\u00e2ncia&#8221;, diz Ingrid, que est\u00e1 h\u00e1 poucos meses na Cores e Sabores e j\u00e1 sente o resultado: &#8220;A cada evento, conquistando novos clientes, turistas\u2026 Amo trabalhar com feiras.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Programa\u00e7\u00e3o musical<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A trilha sonora da comemora\u00e7\u00e3o fica por conta de Bruno Coutinho, parceiro de longa data da feira. Em formato voz, viol\u00e3o e gaita, ele apresenta um repert\u00f3rio de ra\u00edzes da MPB.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre a Cores e Sabores<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Realizada todos os s\u00e1bados no Vale das Videiras, em Petr\u00f3polis, a Feira Cores e Sabores re\u00fane produtores rurais e artes\u00e3os da regi\u00e3o sob coordena\u00e7\u00e3o de Maria S\u00f4nia Pinho. Ao longo de sua trajet\u00f3ria, consolidou-se como espa\u00e7o de conviv\u00eancia entre moradores, sitiantes e visitantes, valorizando a rela\u00e7\u00e3o direta entre quem produz e quem consome.<\/p>\n\n\n\n<p>Servi\u00e7o: Feira Cores e Sabores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o Comemorativa de 4 anos de retomada<br>Data: 22 de agosto (s\u00e1bado)<br>Hor\u00e1rio: 10h \u00e0s 15h<br>Local: Centrinho do Vale das Videiras \u2013 Petr\u00f3polis (RJ)<br>Entrada gratuita<br>Coordena\u00e7\u00e3o: Maria S\u00f4nia Pinho<br>Assessoria de Imprensa: Aghata Paredes (24) 99268-0022<br>Mais informa\u00e7\u00f5es: @coresesaboresfeiralocal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Edi\u00e7\u00e3o comemorativa acontece no dia 22 de agosto, com bolo ao meio-dia, show de Bruno<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":53571,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53570"}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53570"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53570\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53572,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53570\/revisions\/53572"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/53571"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53570"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53570"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53570"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}