{"id":54239,"date":"2026-09-13T12:31:27","date_gmt":"2026-09-13T15:31:27","guid":{"rendered":"http:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/?p=54239"},"modified":"2026-09-13T12:35:08","modified_gmt":"2026-09-13T15:35:08","slug":"bilhoes-de-moedas-de-1-e-5-centavos-ainda-estao-em-circulacao-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/2026\/09\/13\/bilhoes-de-moedas-de-1-e-5-centavos-ainda-estao-em-circulacao-no-brasil\/","title":{"rendered":"Bilh\u00f5es de moedas de 1 e 5 centavos ainda est\u00e3o em circula\u00e7\u00e3o no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>Apesar de praticamente terem desaparecido das compras do dia a dia, as moedas de menor valor do real ainda representam um estoque expressivo no pa\u00eds. Dados do Banco Central mostram que bilh\u00f5es de unidades das moedas de R$ 0,01 e R$ 0,05 permanecem registradas em circula\u00e7\u00e3o.<br>No caso da moeda de 1 centavo, s\u00e3o cerca de 3,19 bilh\u00f5es de unidades, o que corresponde a aproximadamente R$ 31,9 milh\u00f5es em valor de face. A moeda faz parte da primeira fam\u00edlia do real e entrou em circula\u00e7\u00e3o em 1\u00ba de julho de 1994. O Banco Central mant\u00e9m o registro da denomina\u00e7\u00e3o entre as moedas produzidas, embora sua presen\u00e7a nas transa\u00e7\u00f5es comerciais tenha se tornado cada vez mais rara.<br>J\u00e1 a moeda de 5 centavos possui um estoque ainda maior. Dados do Banco Central apontam 8.333.120.601 unidades em circula\u00e7\u00e3o, equivalentes a aproximadamente R$ 416,7 milh\u00f5es. A denomina\u00e7\u00e3o de R$ 0,05 tamb\u00e9m integra as moedas do real desde o lan\u00e7amento da primeira fam\u00edlia, em 1994, e continua sendo produzida na segunda fam\u00edlia.<br>Somadas, as duas denomina\u00e7\u00f5es representam mais de 11,5 bilh\u00f5es de moedas, com valor facial superior a R$ 448 milh\u00f5es.<br>A moeda de 5 centavos, inclusive, continua sendo produzida. Segundo o Banco Central, foram cunhadas 343,296 milh\u00f5es de unidades em 2025. A institui\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m registra produ\u00e7\u00f5es anuais anteriores, mostrando que a denomina\u00e7\u00e3o permanece fazendo parte do meio circulante brasileiro.<br>A moeda de 1 centavo, por outro lado, tem uma presen\u00e7a muito menor no cotidiano. Embora continue relacionada entre as moedas do real, sua utiliza\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica caiu significativamente ao longo dos anos. O pr\u00f3prio Banco Central mant\u00e9m informa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas sobre a denomina\u00e7\u00e3o, que come\u00e7ou a circular junto com o real, em 1994.<br>\u00c9 importante destacar que o n\u00famero de moedas \u201cem circula\u00e7\u00e3o\u201d n\u00e3o significa que todas estejam efetivamente passando de m\u00e3o em m\u00e3o ou sendo utilizadas pelos consumidores. Parte desse estoque pode estar guardada em resid\u00eancias, estabelecimentos comerciais, cofres, cole\u00e7\u00f5es ou simplesmente fora do uso cotidiano.<br>Apesar dos n\u00fameros, a falta de moedas circulando no dia-a-dia, traz transtornos na hora do troco. Moedas guardadas em gavetas, cofrinhos, bolsas, carros e outros lugares, deixando de retornar ao com\u00e9rcio. Segundo o BCB, esse comportamento afeta aproximadamente 35% do total de moedas produzidas e e acaba provocando dificuldades para a forma\u00e7\u00e3o do troco.<br>Mesmo com o baixo valor individual, o enorme n\u00famero de unidades faz com que essas pequenas moedas representem uma quantia significativa quando consideradas em conjunto. No caso das moedas de 5 centavos, s\u00e3o mais de R$ 400 milh\u00f5es distribu\u00eddos em bilh\u00f5es de pe\u00e7as.<br>O Banco Central mant\u00e9m as moedas de R$ 0,01 e R$ 0,05 entre as denomina\u00e7\u00f5es do real. Assim, apesar de terem perdido espa\u00e7o no cotidiano, elas continuam fazendo parte do sistema monet\u00e1rio brasileiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de praticamente terem desaparecido das compras do dia a dia, as moedas de menor<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":54240,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54239"}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54239"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54239\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54241,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54239\/revisions\/54241"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54239"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54239"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldeitaipava.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54239"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}