Entidade afirma que boatos disseminados prejudicam trabalhadores que aguardam desfecho do processo e garante acompanhamento rigoroso pelo setor jurídico
Em meio à expectativa de rodoviários que aguardam definições judiciais envolvendo a empresa Petroita, a circulação de uma suposta lista com nomes e valores a serem pagos provocou apreensão na categoria em Petrópolis. O documento, compartilhado em grupos de WhatsApp na cidade, não é oficial e não possui qualquer respaldo jurídico sindical, conforme esclareceu o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Petrópolis (Sind. Rodoviários).
Após a divulgação do material, o setor jurídico da entidade realizou apuração detalhada no processo em questão e confirmou que, embora haja movimentações recentes dentro do trâmite regular, nenhuma delas trata de liberação, autorização ou definição de pagamentos. Ou seja, não há qualquer decisão judicial que sustente as informações que vêm sendo espalhadas.
Para o presidente do sindicato, Glauco da Costa, a propagação de conteúdos não oficiais atinge diretamente os trabalhadores, que já vivem um cenário de ansiedade à espera de um posicionamento oficial. “É lamentável que fique circulando informações que não foram obtidas diretamente do processo, justamente em um momento tão delicado para a categoria. Esse tipo de atitude só aumenta a angústia dos trabalhadores e cria uma falsa expectativa que não corresponde à realidade do processo”, afirmou.
Segundo ele, o acompanhamento jurídico é permanente e criterioso. “Nosso setor jurídico monitora cada passo do processo com firmeza e responsabilidade. Assim que houver qualquer decisão concreta ou informação atualizada sobre eventual pagamento, o sindicato fará a devida comunicação pelos canais institucionais, com transparência e segurança”, garantiu Glauco da Costa.
Diante do cenário, a entidade orienta que toda a categoria desconsidere integralmente a lista que circula nas redes sociais e aplicativos de mensagens. O sindicato reforça que informações oficiais serão divulgadas exclusivamente por meio de seus canais institucionais, evitando que boatos comprometam ainda mais a tranquilidade dos trabalhadores que aguardam um desfecho legítimo e formal da Justiça.
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