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UNITA cobra recapeamento de vias que dão acesso à União e Indústria em Itaipava

Entidade alerta para condições da Estrada Corrêa da Veiga onde buracos obrigam motoristas a invadir a contramão e aumentam riscos de acidentes

A UNITA – Unidos por Itaipava volta a cobrar atenção do poder público para as condições das vias que fazem ligação com a Estrada União e Indústria e são fundamentais para a circulação de moradores, turistas e trabalhadores. Um dos exemplos é a Estrada Corrêa da Veiga, que apresenta um trecho em condições críticas entre o ponto final e Santa Mônica. Na subida, os buracos ocupam boa parte da pista e, em alguns pontos, motoristas são obrigados a invadir a faixa contrária para conseguir fazer a passagem, aumentando o risco de acidentes.

Para a entidade, a situação revela que a discussão sobre mobilidade em Itaipava não pode ficar restrita à União e Indústria. As vias que dão acesso ao principal eixo do distrito também precisam receber manutenção e recapeamento, já que concentram o deslocamento diário de moradores e funcionam como caminhos de chegada a hotéis, restaurantes, estabelecimentos comerciais e outras atividades que integram a economia local. A situação da Corrêa da Veiga, em particular e de outras ruas importantes foi trazida à Unita pelo empresário Rogério Elmor que transita diariamente no local.

“Quando falamos de mobilidade em Itaipava, precisamos olhar para todo o sistema viário. A União e Indústria é a principal artéria, mas existem diversas ruas que recebem o fluxo de moradores, visitantes e trabalhadores e que também precisam estar em condições adequadas. A situação relatada pelo Rogério Elmor é uma dor compartilhada por vários empresários e moradores. Não adianta pensar apenas na via principal se os acessos estão comprometidos”, afirma o presidente da UNITA, Alexandre Plantz.

Além dos danos aos veículos e dos transtornos para quem utiliza a via diariamente, a entidade chama atenção para a questão da segurança. Em dias de chuva, a situação se agrava, já que a água escava ainda mais a pista, além de dificultar a percepção dos motoristas sobre a profundidade e a extensão das áreas deterioradas.

“A situação já é ruim em um dia de sol, quando o motorista consegue enxergar os buracos e fazer uma manobra. Com chuva, o risco aumenta muito. A água esconde a profundidade das crateras e, ao mesmo tempo, a necessidade de desviar pode levar o veículo para a contramão”, destaca Plantz.

Para a UNITA, a recuperação dessas vias deve ser tratada como parte de uma política de mobilidade e infraestrutura para o distrito, e não apenas como uma ação pontual de conservação. A entidade defende que seja feito um levantamento das condições das ruas que funcionam como acessos e alternativas à União e Indústria, com definição de prioridades para recapeamento e manutenção.

A preocupação também está relacionada à atividade econômica de Itaipava. O distrito concentra uma rede de hotéis, restaurantes, comércio e serviços que depende de boas condições de acesso para receber moradores e visitantes. Para a UNITA, a precariedade das vias secundárias acaba afetando não apenas quem mora no local, mas toda a dinâmica econômica do distrito.

“Essas ruas fazem parte da rota que movimenta a economia de Itaipava. Quem está hospedado em um hotel, vai a um restaurante, trabalha ou mora em uma dessas localidades precisa utilizar essas vias. Uma infraestrutura ruim interfere na mobilidade, na segurança e também na experiência de quem visita o distrito”, afirma o presidente da Unita.

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