A novela envolvendo o transporte público na cidade ganhou novos capítulos com direito a reviravolta e muitas incertezas quanto ao futuro do sistema. Após a decisão da 4ª Vara Cível de Petrópolis, que determinou que as linhas pertencentes a Viação Cascatinha fosse transferidas para outras empresas, a Cascatinha conseguiu, na noite da quinta-feira (22), reverter o quadro junto ao TJRJ. No entanto, o caso ainda sera reavaliado.
A incerteza sobre o futuro da empresa tem deixado profissionais rodoviários apreensivos com o risco de perderem seus empregos. Na quinta-feira, véspera do prazo dado pela Justiça para a transferência das linhas, a categoria fez uma grande manifestação no terminal do Centro com o intuito forçar a Companhia Petropolitana de Trânsito e Transporte (CPTrans) a se posicionar sobre como ficará a situação dos trabalhadores.
O vereador Eduardo do Blog vem atuando pela melhoria do sistema de transporte com proposta de intervenção na Cascatinha e Petro Ita e realização de licitação para novas empresas. Nesta quinta-feira (22), o parlamentar também protocolou na Câmara Municipal, uma Indicação apontando a necessidade de manutenção dos empregos dos motoristas, cobradores, fiscais, mecânicos e demais profissionais caso venha ocorrer a cessão das linhas da Cascatinha.
“Precisamos dar suporte e garantir os postos de trabalho desses profissionais. São pais e mães de família que estão sob pressão com toda esta indefinição sobre o futuro. Já me reuni com o secretário de governo e também fiz uma Indicação para a prefeitura atue para que os empregos dos rodoviários sejam mantidos, caso haja de fato a transferência das linhas para outras empresas”, disse o vereador.
Decisão em março
Na noite da quinta-feira (22), horas antes do prazo para a transferência das linhas, o desembargador Edson Vasconcelos do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro suspendeu a decisão da 4ª Vara Cível, de forma que os ônibus da empresa Cascatinha poderão continuar circulando normalmente. Porém, o assunto voltará a ser debatido no dia cinco de março, quando o TJ-RJ irá avaliar se manterá ou não a decisão do juiz Jorge Luiz Martins.
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